Prof. Carlos Henrique defende conscientização sobre lixo gerado durante a Covid-19

A crescente produção de lixo doméstico com o isolamento social das famílias em casa seria boa oportunidade para pautar uma campanha de conscientização sobre a preservação do meio ambiente e destino correto dos descartes, na opinião do professor Carlos Henrique de Oliveira, dos cursos de Gestão Ambiental e Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Metodista de São Paulo. Em entrevista ao Diário do Grande ABC deste domingo 28 de junho, ele enfatizou que a região está na contramão da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) – lei 12.305/10, que prega os 3Rs da sustentabilidade: reduzir, reutilizar e reciclar

“Os municípios do ABC deveriam investir fortemente na informação qualificada e orientação à população para que separe os tipos de resíduos, incentivando ainda a coleta seletiva”, destacou o docente da Metodista, propondo que toda a sociedade deve trabalhar e atuar no sentido de não gerar resíduo, reduzir a produção e que, o que for criado, deve ser reaproveitado e reutilizado, sendo encaminhado para reciclagem e tratamento. “Somente o que sobrar disso (rejeito) deve ir para os aterros sanitários”, acrescentou.

Somente em Santo André, de janeiro a maio de 2019, a Prefeitura gastou R$ 19 milhões para enterrar o lixo produzido na cidade. No mesmo período deste ano, já foram consumidos R$ 24 milhões. Leia a íntegra da matéria.

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